sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Quem Sabe, de Los Hermanos

♪♫Quem sabe o que é ter e perder alguém
Quem sabe o que é ter e perder alguém
Quem sabe o que é ter e perder alguém
Sente a dor que senti
Quem sabe o que é ver quem se quer partir
E não ter pra onde ir

Faz tanta falta o teu amor, te esperar...

Não sei viver sem te ter
Não dá mais pra ser assim

Quem sabe o que é ter sem querer pra si

Não quer ver outro em mim
Não fala do que eu deveria ser
Pra ser alguém mais feliz

Faz tanta falta o teu amor e te esperar...

Não sei viver sem te ter

Não dá mais pra ser assim ♪♫


terça-feira, 18 de novembro de 2014

Guerra, de Gustavo Nascimento Lima

GUERRA
Poema de Gustavo Nascimento Lima
Trago em mim marcas de
guerras
Uma guerra contra minhas
próprias fraquezas. sofrimentos e
cicatrizes deixadas por cada
decepção que já vivi.
Mas essas marcas são a prova de
que eu batalhei.
E delas tenho orgulho, pois me
lembram de tudo que já passei
e me dão forças para continuar essa
guerra sem fim
chamada vida...

domingo, 16 de novembro de 2014

O analista; O Calculista, de Joe Amargo

O ANALISTA; O CALCULISTA
Poema de O Joe Amargo (Pseudônimo)
Um silêncio inteligente
Serpente inteligente
O silêncio da serpente.

É hora do bote, ou não é?
Serpente não arrisca
Estuda a vítima
Sempre pronta pra nova briga.

No clarão da manhã é ameaça
Na escuridão da noite, uma desgraça.


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

As Pombas, de Raimundo Correia

AS POMBAS 
Poema de Raimundo Correia

Vai-se a primeira pomba despertada...
Vai-se outra... mais outra... enfim dezenas
De pomba vão-se dos pombais, apenas
Raia sanguínea e fresca a madrugada...

E à tarde, quando a rígida nortada
Sopra, aos pombais de novo elas, serenas,
Ruflando as asas, sacudindo as penas,
Voltam todas em bando e em revoada...

Também dos corações onde abotoam,
Os sonhos, um por um céleres voam,
Como voam as pombas dos pombais;

No azul da adolescência as asas soltam
Fogem... Mas aos pombais as pombas voltam,
E eles aos corações não voltam mais...