quinta-feira, 26 de maio de 2016

A Indecência, O Joe Amargo

A indecência sempre sentiu ser dona de mim. Corrigindo. Não de mim, mas de minha inocência. Os dias passavam e eu sempre me sentia como um inquilino devedor. Pois então es que um dia paguei minha divida com a indecência e a deixei levar o que era meu a curto prazo. Demorei a entender que precisamos evoluir, de que precisamos deixar o conforto de lado e embarcar no assustador. Assim é com um menino de quatorze anos quando antes tinha a mãe pra pegar um trem, e hoje embarca sozinho, sendo sua única certeza e proteção. Temos uma dívida com a Indecência, assim como a vida com a morte.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Transborde, de O Joe Amargo

Não adianta furar os fundos, os cantos, pra que não seja atingido seu limite. Pra que não vejam seu interior. Encha. Transborde! ✩

terça-feira, 29 de março de 2016

A Coragem e o medo, O Joe Amargo

Não deixe a autodestruição vir em auto e bom som te destruir. Bem vestida ou mal, de avião ou montada num automóvel, Não interessa. O ato de ter coragem não significa que você não tenha medo. Órgão, orgânico, organismo, orgasmos. O anseio de querer viver os milhares de diferentes orgasmos da vida andam de mãos dadas com a coragem e o medo. A coragem é submissa, ela deixa por conta do outro, já o medo prefere chegar montado numa motocicleta e ordenar que você não pode e não deve.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Nosso Cataclismo, O Joe Amargo

 É que pra muitos o nosso amor é como um cataclismo. Eles veem meu anseio em beijar seus lábios, como se fosse uma confusão. O prazer em segurar suas mãos, como uma tragédia... a pior das tragédias. Nosso cataclismo... depende de quem interpreta.